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A Medicina Nuclear é uma especialidade médica que utiliza técnicas seguras e indolores para formar imagens do corpo e tratar doenças. É única por revelar dados sobre a anatomia e a função dos órgãos, ao contrário da radiologia, que tipicamente mostra apenas a estrutura anatômica dos órgãos. É uma maneira de coletar informações diagnósticas que, de outra forma, não estariam disponíveis, requereriam cirurgia ou necessitariam de exames mais caros e dolorosos.
A Medicina Nuclear permite observar o estado fisiológico dos tecidos de forma não invasiva, através da marcação de moléculas participantes nesses processos fisiológicos com doses muito baixas de elementos radioativos (radiofármacos). Desta forma, a fisiologia de um determinado organismo pode ser imitada, fornecendo, então, uma grande quantidade de aplicações deste método diagnóstico em patologias diversas tais como câncer, metástase, doenças do coração, dos rins, da tireoide, demências, dentre outras. Esses processos serão detectados por meio de um aparelho denominado gama-câmara e o exame é conhecido como cintilografia.
Além disso, a Medicina Nuclear se presta também ao tratamento do estado hiperfuncional da glândula tireoide (hipertireoidismo), do câncer da tireóide e tumores neuroendócrinos (feocromocitoma, neuroblastoma), de dores ósseas de origem neoplásica ou não.
De forma diversa a outros métodos de imagem, tais como ressonância ou tomografia, que fazem exames de segmentos específicos do corpo, a Medicina Nuclear é capaz de realizar exames de corpo inteiro numa única tomada, as chamadas “pesquisas de corpo inteiro”. Neste tipo de exame, pode –se utilizar diversos tipos de radiofármacos, os quais vão variar de acordo com a patologia a ser estudada.
Tipos de Exames mais utilizados em Medicina Nuclear:
Qual é a exposição à radiação dos pacientes, devido aos radiofármacos?
A maioria dos procedimentos diagnósticos da Medicina Nuclear (nos quais se usam radiofármacos marcados com tecnécio) expõe o paciente à metade (ou muito menos) da dose radioativa geralmente usada na tomografia computadorizada. A dose de radiação é equivalente à exposição anual à radiação por raios-x natural.
Quais são os benefícios do radiodiagnóstico por Medicina Nuclear?
O que diferencia a Medicina Nuclear das outras técnicas de imagem?
Alterações morfológicas, incluindo fluxo, permeabilidade e distribuição de fluidos em órgãos ou tecidos (por exemplo, tamanho e contorno) podem ser demonstradas com excelente resolução espacial pela tomografia, ressonância ou ultrassonografia. Em contraste, a Medicina Nuclear permite diagnosticar doenças com base nas alterações funcionais ou metabólicas, que geralmente ocorrem antes das alterações morfológicas, no curso de uma determinada patologia.
Isto se deve ao fato de que os radiofármacos são altamente específicos, permitindo detectar anormalidades funcionais bem definidas, em vez de fenômenos morfológicos realçados por contrastes menos específicos, utilizados na tomografia ou ressonância. Assim, a Medicina Nuclear tem potencial para diagnóstico precoce, o qual pode ser especialmente útil no caso do câncer. Além disso, possibilita o estudo de todo o corpo numa única tomada de imagem.
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